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Da formação e desenvolvimento do Homem, a crise da virilidade de nossos tempos e outros assuntos

Da formação e desenvolvimento do Homem, a crise da virilidade de nossos tempos e outros assuntos. Por: Vinicius Martinez
Introdução.

Se podemos dizer que há um período na História Humana onde o Homem deixou de entender a si mesmo, esse período é o nosso. Vivemos num mundo desenvolvido tecnologicamente, mas precariamente os homens que participam desses tempos, não acompanharam o avanço das técnicas que por eles mesmos foram desenvolvidas.

É fato que vivemos numa sociedade apóstata que abandonou a Verdade e que se rendeu ao Liberalismo em todos os seus aspectos, o que por sua vez deu forças ao modernismo na religiosidade, assim como pavimentou a civilização ocidental para experimentar as tenebrosas revoluções sangrentas do século XX.

Por sua vez, nessa breve introdução, cito que o triunfo da tão má compreendida ideologia feminista, que embora muitos falem dela, não sabem que a mesma não é só uma simples demência do que chamamos de "Mundo Moderno".

Parafraseando a afirmação do Dou…

Roma perdeu a Fé: O Papa Herege

Roma perdeu a Fé: O Papa Herege. 

Por: Vinicius Martinez
 
"Roma perderá a Fé." Nossa Senhora em La Salette

Não há mais dúvidas, o Papa Francisco é um modernista assim como todos os papas conciliares que padecem de uma doença espiritual tenebrosa, ademais, Bento XVI não é "Papa Emérito", porque não existe possibilidade de haver duas cabeças concomitantes num corpo, a Igreja Conciliar é em sentido estrito, uma seita que devemos nos afastar para salvarmos nossas almas.

Frequentem a Santa Missa Tridentina, procure sacerdotes legítimos que podem ser encontrados na FSSPX, IBP e Resistência, do contrário, é colocar-se sob a direção de homens que não sabem o que é honrar a Deus e a Santa Igreja de Cristo. Todavia, não deixemos de rezar por essas almas! Rezemos sem cessar!

Além do mais, não há santidade sem Fé e, portanto, não há como ser santo sem ter a Fé legítima, isto é, ter a verdadeira Doutrina! São muitos os que creem estarem caminhando para Deus ao serem virtuosos: castidade, vida de oração e modéstia, e todavia erram doutrinariamente ao seguirem os erros grotescos do Vaticano II.

Procede...

O que sucede é que é um papa pode sim cair em heresia, conforme vemos o caso de Honório I, ora ele só foi anatematizado oficialmente após sua morte, todavia enquanto estava vivo, ainda que não houvesse alguma autoridade competente para julgá-lo, o fato é que ele em determinado espaço-tempo de seu pontificado esteve em estado de heresia, portanto, era um herege que governava a Igreja, ora, a jurisdição do "papa herege" continua de forma imperfeita, ou seja, metafisicamente inválida e de forma aparente (material), primeiro para cumprir a necessidade de uma cabeça visível no governo da Igreja — ainda que essa cabeça seja má, e segundo e principalmente para cumprir a Ordem de Provação e Castigo.

Ademais. — É necessário que haja crises que por sua vez, forçam os fieis à seguirem os preceitos divinos acima dos preceitos humanos, dando a possibilidade da virtude ou da iniquidade ser praticada e com efeito, a liberdade para o homem escolher entre a Cidade de Deus ou a Cidade dos Homens, ademais, um "papa herege" não compromete a santidade da Igreja e tampouco vai de contramão com o dogma dos perpétuos sucessores, pois, nos foi prometido a interrupção do papado, todavia não nos foi prometido que essa sucessão seria sempre perfeita, isso é, com papas virtuosos.

Ademais. — O "papa herege" não pode ser deposto em vida, se termos por base o "Modus Operandi" do Magistério que ao longo da História demonstrou não seguir a opinião teológica do Doutor Eclesiástico, ou seja, o Magistério apenas julga após a morte do herege que fora considerado papa, com efeito, somente um Papa verdadeiro tem o poder de anatematizar um "herege papal", com efeito, se se há um papa que tornou-se herege e/ou um homem que usurpasse a Cadeira de Pedro, o que devemos fazer é resistir ao mesmo, sucede que ainda que estejamos sob jugo de um usurpador ou corrupto que tornou-se herege ao longo de seu pontificado, significa que a Cadeira de Pedro está ocupada, todavia, de forma imperfeita, ou seja, material, isso significa que a sede não está vacante, mas que temos um inimigo de Deus e da Santa Igreja conduzindo os fiéis, com efeito, isso nos coloca o dever divino de denunciar e lutar resistindo ao seu governo iníquo — participando do Mistério da Iniquidade.

Por fim, também devo salientar que, tudo acima afirmado são especulações teológicas, pois, o fato é que o problema que vivemos atualmente não pode por nós ser resolvido, com efeito, é perda de tempo, causa um enorme esgotamento espiritual e nos causa um grande vazio no espírito que por sua vez no coloca numa tibieza e ociosidade perigosa para com a busca pela santidade.

O problema teológico do "Papa Herege" é o maior de todos no sentido em que traz um esgotamento espiritual profundo que pode até causar depressão e morte, segundo porque não há consenso teológico, terceiro porque nenhum santo doutor ou teólogo de alto calibre poderia ter imaginado uma situação tão espinhosa como vivemos atualmente, logo, ficamos à mercê de "mera opiniões", com efeito, o ato de procurar uma "solução teológica" para o que se sucede atualmente é perda de tempo, somente a Providência Divina nos trará a resposta no Grande Dia, onde o Senhor nos revelará o que aconteceu nesse tempo sinistro, do mais, é buscarmos a santidade querendo e fazendo o Bem.

Ademais. — Vale ressaltar que não há consenso quanto ao problema do "Papa Herege". O problema que estamos enfrentando é algo que jamais um santo doutor ou teólogo de alto calibre poderia ter imaginado, não há uma resposta concreta para tal problema, de fato, devemos confiar na Providência Divina que um dia irá nos responder o que se sucedeu nesse período, por isso, boa parte das posições que hoje existem como resposta à fracassada "hermenêutica da continuidade" de Bento XVI são de certa forma dignas de serem ouvidas, porque é próprio do Homem querer compreender os problemas que o cerca e certamente a crise que se instalou depois do Concílio— e em especial no pontificado de Francisco é algo que perturba o espírito de muitos.

Além do mais, devo ressaltar que quanto ao problema do "Papa Herege" não faço segundo ao juízo que tenho acerca da validade do papado de Francisco e de seus antecessores, de fato, quando trato desse assunto faço pelo campo especulativo, ou seja, no "se tivéssemos, logo, como seria possível e por quê?" e não no "temos". Ainda que imperfeitamente, reconheço Francisco como verdadeiro Papa (de alguma forma ele é), todavia, é impossível que eu afirme que nele há a Fé Católica.

É impossível enganar-se quanto ao que esse homem faz que é visivelmente contrário ao Depósito da Fé nos transmitido por Deus e pelos Apóstolos, com efeito, de alguma forma a qual eu não posso compreender: temos um papa que não é papa em ato. É muito melhor que tivéssemos um Papa ímpio no sentido de ser pecador da carne, como já tivemos no passado, que um Papa que seja casto e defensor da "moral" e seja herege.

"Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos." 2 Timóteo 4:3

Glória a Deus! Ave Maria Santíssima! Salve Roma Eterna! Força e Honra! Sempre Fiel! As portas não prevalecerão sobre a Igreja!

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