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Da formação e desenvolvimento do Homem, a crise da virilidade de nossos tempos e outros assuntos

Da formação e desenvolvimento do Homem, a crise da virilidade de nossos tempos e outros assuntos.    Por: Vinicius Martinez Introdução. Se podemos dizer que há um período na História Humana onde o Homem deixou de entender a si mesmo, esse período é o nosso. Vivemos num mundo desenvolvido tecnologicamente, mas precariamente os homens que participam desses tempos, não acompanharam o avanço das técnicas que por eles mesmos foram desenvolvidas. É fato que vivemos numa sociedade apóstata que abandonou a Verdade e que se rendeu ao Liberalismo em todos os seus aspectos, o que por sua vez deu forças ao modernismo na religiosidade, assim como pavimentou a civilização ocidental para experimentar as tenebrosas revoluções sangrentas do século XX. Por sua vez, nessa breve introdução, cito que o triunfo da tão má compreendida ideologia feminista, que embora muitos falem dela, não sabem que a mesma não é só uma simples demência do que chamamos de "Mundo Moderno". Parafraseando

A Imitação de Cristo: uma preciosidade que pode se tornar uma arma de destruição em mãos erradas

A Imitação de Cristo: uma preciosidade que pode se tornar uma arma de destruição em mãos erradas.
 
Por: Vinicius Martinez
O livro Imitação de Cristo de Tomás de Kempis é sem dúvidas um clássico da literatura religiosa, é inegável a qualidade dessa obra que inspirou muitos ao longo da história a viverem uma vida mais virtuosa. Todavia, este livro também é perigoso se lido de maneira errada, pois a ascética proposta por Kempis é tão demasiadamente rígida que pode levar pessoas adotarem uma visão gnóstica das coisas, desprezando a vida e tudo que a rege, levando a pessoa a odiar quase tudo.

Pois a leitura deturpada cria uma visão de que há mal em tudo, que tudo é pecaminoso e deve ser evitado, e que o único estado de vida a ser seguido é de um eremita ou monge longe de qualquer resquícios de pessoas e prazeres e diversões lícitas. Com efeito, pode até chegar ao ponto de desejar a morte, porque a vida é tão terrível e chata e má que não merece ser vivida, que o espírito é tão superior ao corpo que deve ser separado o mais depressa possível.

Digo isso, porque conheço muitas pessoas que leram essa obra e tiveram esses desejos e pensamentos gnósticos, ademais, também é curioso que ela é elogiada por hereges protestantes e publicado por inúmeras editoras heterodoxas e até mesmo elogiada por gnósticos contumazes, o que comprova a tese de que sua leitura de forma equivocada é perigosa.

Em tempos tão sinistros como o nosso, onde a iniquidade rege a sociedade e numa crise de fé tão grande, a obra de Kempis pode ser uma grande joia, mas também uma enorme pedra de tropeço na vida espiritual de muitos, em decorrência do demasiado peso que é exigido.

Sucede que sua leitura deve ser feita com cautela e com conhecimento prévio da Doutrina Católica e se possível com um bom aconselhamento de um diretor espiritual, ademais, esse tipo de leitura nos tempos de Kempis era sempre seguido de acompanhamento espiritual.

Glória a Deus! Ave Maria Santíssima! Salve Roma Eterna! Força e Honra! Sempre Fiel!

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