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Do mistério da vida: sofrer primeiro para ser feliz depois

Do mistério da vida: sofrer primeiro para ser feliz depois.
Por: Vinicius Martinez
“Devemos suportar tudo, porque o sofrimento é pequeno e a recompensa é grande.” Santa Catarina de Sena 
Um magnífico sinal da Graça de Deus em nossas vidas é quando uma pessoa que amamos ou que temos grande consideração por ela. 
Nos machuca em decorrência de uma atitude, seja uma escolha ou uma declaração que tenha ferido os nossos sentimentos, assim como também tenha contrariado a nossa vontade.
O ser humano naturalmente ao ser contrariado em sua vontade tende a se entristecer, pois, de fato dói ter a nossa vontade, os nossos desejos sido negados —, dói ser machucado por uma pessoa que tanto amamos. 
Geralmente a reação natural após sermos machucados por uma pessoa, é de tristeza, revolta e raiva. No entanto, por alguma operação de ordem sobrenatural. 
Ainda que entremos numa forte tristeza, ainda que choremos muito por causa da dor que sentimos, ainda assim em nosso coração persiste o Amor, o desejo do Sumo…

Da participação política na República Brasileira: somos obrigados a votar? E outros assuntos

Da participação política na República Brasileira: somos obrigados a votar? E outros assuntos.

Por: Vinicius Martinez
 
Primeiramente devo salientar que o núcleo que rege as argumentações que serão apresentadas a seguir é de que estamos num sistema que por si mesmo é uma fraude. Com efeito, o ato de comparecer ou não nas urnas é algo optativo e que, ademais, faz parte de um teatro cujos efeitos servem apenas para saciar uma falsa esperança de que esse sistema político ainda funciona — e que podemos mudar por via dos votos em especial na figura do presidente.

Além disso, não acredito de maneira alguma que a democracia é eficiente ou tampouco que nossos problemas serão resolvidos por vias pacíficas, no ponto em que nos encontramos, é uma verdadeira utopia acreditar que votos em máquinas eletrônicas mudarão o Brasil.

No entanto, não proponho trazer solução alguma, seria tolice querer solucionar um problema que é de fato algo para gerações e gerações de trabalho. No entanto, cabe a mim dizer algumas incongruências e hipocrisias dentro do que convencionou-se da "exigência" em participar de supostas eleições democráticas, — na qual alguns dizem que "todo poder emana do povo" quando todo o poder "emana de Deus" e que aqueles que escolhem não votar são pecadores.

Começo: certos loucos, cegos e charlatães estão distribuindo anátemas alheios pela internet dizendo que aqueles que deixarem de votar estão cometendo um pecado grave.

1. Essa pessoa comete um erro ao querer tomar para si uma autoridade que não detém — que é de lançar maldições e condenações aos outros, como se pertencesse ao Magistério da Igreja.

2. Participar ou não das eleições não se configura um ato pecaminoso tendo em vista que não somos obrigados a participar ou tampouco confiar no sistema eleitoral que por si mesmo demonstra ser uma fraude.

Ademais. — Não há nenhuma diretriz na Lei Divina, da Igreja ou Natural que o ato de não querer votar, configura-se um pecado.

Ademais. — Se há dúvida quanto à legalidade e efetividade do sistema eleitoral vigente, significa que todo ato operativo que parte de uma pessoa que age em vista do mesmo, torna-se sem fins ativos.

Com efeito, não há negligência e omissão nos deveres cívicos ou tampouco um ato pecaminoso de covardia ou de uma espécie de orgulho chamado de "puritanismo político". Porque se o sistema é falso, também sucede que todo ato operativo dentro do mesmo é igualmente falso — e sem valor efetivo daqueles que participam dele.

3. Se há dúvida ou certeza de que o sistema é fraudulento, a pessoa não é obrigada a participar de algo que dúvida ou não acredita. No entanto, ademais, se há certeza de que o sistema é legítimo e funcional, então configuraria sim um ato deliberado de omissão e negligência com os assuntos referentes a Polis, mas como neste caso em particular, o sistema é uma farsa.

Ademais. — O vencedor já foi escolhido secretamente pelo estamento político vigente — e somente tolos acreditam que possuem poder de mudar os rumos do país na base do voto. Se for conveniente para os "Donos do Poder" que determinado candidato entre à presidência — ele será, ainda que este possa ou não ter apoio das massas.

Ademais. — A democracia é um engodo, é nada mais que uma oligarquia que permite uma crença fajuta nas massas de que elas possuem controle das coisas, — por via da falsa representatividade nas instituições políticas, quando na verdade não possuem — ou se possuem é sempre de forma deveras limitada.

4.  Se se acredita no sistema democrático como algo eficiente, deve também acreditar nos princípios que regem a democracia, porque a negação de um principio elementar de determinado sistema é suficiente para negá-lo por inteiro. Com efeito, uma pessoa tem o direito de privar-se da participação desse sistema.

5. Obviamente que há deveres e direitos que devem ser obedecidos, defendidos e aplicados, no entanto, ademais, se se acredita na efetividade da democracia, então se deve levar em consideração que a mesma permite que uma pessoa escolha se abster de um ato eleitoral.

Ademais. — Quanto ao principio do mal menor, é fato que ele é válido, no entanto, a que ponto esse principio deve ser defendido? Em verdade, o mesmo tornou-se uma jogada retórica para assombrar consciências alheias de que se elas não votarem num "mal menor" estarão pecando.

Podemos até mesmo aplicar a deturpação do princípio em algo que o cancela, por exemplo, quanto ao fato de os estadunidenses durante a Segunda Guerra Mundial terem jogado bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki sob o pretexto do "mal menor".

Além disso, o uso do artifício nuclear foi utilizado sob um cenário hipotético a qual nenhum japonês se renderia, com efeito, era necessário utilizar das bombas para que eles então se rendessem. Porém, se todos os japoneses estavam decididos que deveriam morrer pela honra do império que serviam, porque seria diferente com uma bomba? Acaso não morreriam de qualquer forma?

Se os japoneses eram tão absurdamente honrados a ponto de incitarem a morte de todos: mulheres, crianças, velhos e doentes em nome do orgulho, acaso não teria sido mais honrado continuar lutando e morrer — do que se render por causa de duas bombas? Acaso o uso das bombas não seria motivo extra para continuar a luta, se o que estava em jogo era a defesa da honra japonesa?

Ademais — Suponha-se que houvesse uma eleição entre Hitler, Stalin, Mao Tse Tung e Pol Pot. Ora, é factual que há uma gradação de maldade operada por cada uma dessas monstruosas figuras, no entanto, seria válido utilizar o “mal menor” neste contexto? Acaso não seria monstruoso de qualquer forma votar e legitimar o governo de figuras tão malignas? Acaso uma pessoa que não quisesse votar nesses monstros seria acusada de cometer um grave pecado?

6. Quanto à possibilidade de permitir a entrada de um "mal maior" em decorrência da falta de apoio ao "mal menor" também se tornou outra falácia utilizada para ferir consciências alheias.

Ademais. — Durante toda a história política desse país vemos que o povo pouco teve controle sobre os rumos da nação e que só serviu como massa de manobra dos projetos impostos pelo estamento que imbeciliza as massas. Sempre uma elite foi substituída por uma elite ainda pior. De fato, isso é uma constante histórica desde os tempos do Império Brasileiro, onde a maligna maçonaria começou a atuar e conseguiu efetivar o golpe contra a monarquia, estabelecendo uma maldita república.

Ora, dizer que um "mal maior" entrará por causa da falta de apoio ao "mal menor" é assim como no caso de Hiroshima e Nagasaki, — uma afirmação dita sob pretextos hipotéticos de que as coisas poderiam ser diferentes se tivéssemos votado em fulano de tal, mas mais uma vez repito que se trata do cenário em que há dúvida ou certeza de que o sistema é uma fraude.

7. Se alguém opta por não votar em nosso contexto onde a maçonaria e demais sociedades secretas que representam o Principado das Trevas que dominam o estamento político brasileiro. Essa pessoa não comete pecado algum — se se ela possuí verdadeira dúvida ou total desconfiança no sistema eleitoral político brasileiro, conseqüentemente não há porque forçar essa pessoa a participar de algo que ela não acredita e que possa ferir a própria consciência.

Ademais. — Como já diz a contraditória Constituição: "Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei". Ora, a lei existe para que as pessoas possam ser virtuosas — e se a pessoa acredita que votando no fulano de tal estará indo contra a virtude, não há porque obrigá-la a participar de algo assim.

Além disso, também é verdade que se se julga necessário votar, com efeito, o voto deve ser dado àquele que mais represente o que é moral, portanto, o que mais possa promover o Bem Comum e ajudar os cidadãos ao Bem Supremo que é Deus. Sucede que aquele que deliberadamente apoia alguém iníquo e que promove iniqüidades comete um atentado contra Deus, contra a Igreja, contra a Polis e contra si mesmo.

8. Ora, se há atos pecaminosos quanto à escolha de determinados candidatos, deve-se considerar que devemos obedecer a Igreja — e neste caso, tanto o Liberalismo quanto o Comunismo pecados e heresias condenadas, com efeito, votando num candidato liberal ou comunista peca-se da mesma forma, conquanto que em gradações menores, dependendo do grau de intensidade da adesão à ideologia do candidato em específico.

9. Procede que aqueles que desejam votar, por exemplo, no Capitão Jair Bolsonaro ou Cabo Daciolo que demonstram serem os candidatos mais aceitáveis para governar, — que votem, mas não possuem autoridade de acusar aqueles que optam por abster-se de votar ou participar dessas eleições que eles julgam ser fraudulentas ou então duvidosas, — de estarem cometendo alguma espécie de pecado grave que por sinal seria um ato que faria dessa pessoa indigna dos céus e merecedora dos infernos, só porque não quis votar.

10. Quanto àqueles que utilizam dos argumentos do Doutor da Ortodoxia, a saber, Papa São Pio X ou do Mestre Angélico, a saber, Santo Tomás de Aquino quanto ao fato do princípio do mal menor e sobre o apoio a um candidato que seja um “mal menor”. Também se tornou uma jogada igualmente maliciosa, com efeito, dizem isso para legitimar a compensação de suas respectivas negligências que outrora tiveram ao terem permitido o ingresso de um governante iníquo.

Quando decidiram reagir contra o governante iníquo, nada fizeram para impedir a criação vindoura de um candidato que fosse um mal menor para substituir o mal atual. Foram negligentes e não contribuíram para que tivéssemos um “bem necessário” que poderia ter sido criado se tivessem apoiado um candidato justo no passado, mas que o ridicularizavam.

No entanto, não bastando reconhecer a tolice de seus tempos antigos, querem agora impor o peso de seus erros aos demais, forçando-os a votarem até mesmo contra a própria consciência lançando supostas maldições e sentenças de pecado para que possam ficar tranquilos.

É factual que devemos ter noções diplomáticas e realistas quanto à política que jamais deve ser tratada de forma romântica e idealista, devemos a todo custo lutar pelo bem, evitando que o mal triunfe —, e quando não há um caminho possível para um verdadeiro e justo governo.

Devemos empregar forças para colocar alguém que seja minimamente bom para termos chances de vencer o mal futuramente. Pois, de fato, ainda que a contragosto, existiram homens justos e governos justos que sabiamente fizeram alianças com pessoas ou governos injustos por questões diplomáticas e de sobrevivência.

No entanto, essas pessoas que fizeram tais atos estavam cientes do motivo de estarem fazendo aquilo, mas não é o que boa parte das pessoas pensa ou consideram, senão que impetuosamente acreditam que tudo se resolverá por via dessa esdrúxula concepção de que política pelos votos e que só se deve preocupar-se na figura do presidente que para eles será um “Messias” que removerá o Brasil das trevas que o cerca.

11. Dirão alguns, com certa razão que deixar de votar também implica em permitir que ocorram conseqüências negativas caso uma pessoa tenha deixado de votar e um "mal menor" e pela falta de apoio, um "mal maior" entrou, logo ela tem culpa por causa disso. No entanto, isso seria verdade se e somente se, o sistema fosse verdadeiramente efetivo e verdadeiro, onde cada voto fosse realmente levado em consideração, mas neste caso, trata-se de dizer que o sistema é no mínimo duvidoso ou realmente uma fraude.

Se uma pessoa deixa de votar, não me cabe julgá-la, é uma escolha que teve um objeto neutro: ou então você concordará que abstenções ou votos nulos e brancos são creditados ao candidato mais iníquo, então quem garante que o seu voto ao candidato x ou y seja realmente destinado a eles? Só me caberia julgar essa decisão se a mesma tivesse votado num candidato realmente ruim.

Além disso, tamanha é a inocência dos que acreditam no sistema brasileiro que estamos sob o governo de um dos presidentes mais rejeitados de todos os tempos e ainda assim não há um poder da esfera política que faça algo contra isso. Além do mais, a própria queda do bloco Petista foi um chamado aos novos requisitos da Elite Globalista que agora deseja a aplicação do Marcusianismo que substituirá o já superado sistema de Gramsci e Marx.

A Dialética Maniqueísta entre Esquerda e Direita a qual muitos depositam esforços enormes para defender determinado espectro político é algo totalmente ineficaz que vem enganando gerações e gerações — desde o surgimento formal dessa concepção na maligna Revolução Francesa.

A direita é — e sempre será canhota, porque um de seus princípios é reflexo de uma covardia inata e de um romantismo fajuto cuja procedência crê que basta vencer no campo das ideias os seus inimigos — e essa forma de agir vem se demonstrando completamente falha há séculos, enquanto conservadores se gabam de vencer debates com os “dementes” progressistas, são os progressistas que vencem no campo prático.

Ademais. — A maçonaria que representa o governo de Satanás nessa terra trabalha para que um governo do tipo liberal seja aplicado no momento. A queda do iníquo governo de Lula e Dilma não foi arquitetada em vão. Essa queda visou atender os novos desígnios que são ainda mais malignos e eficientes, — tendo em vista que o Liberalismo trará maior prosperidade aos brasileiros e a riqueza e a temporária melhoria da sociedade concederão prazeres da "boa vida" que vai embotar os sentidos corpóreos e espirituais, causando cegueira nas pessoas que continuarão servindo ao mesmo senhor das trevas, no entanto, ele não será mais um dragão vermelho, mas uma criatura cuja cor é azul.

12. É factual que tudo está concorrendo para a vinda do Anticristo e uma forma extremamente inteligente de acelerar sua vinda é fazer com que as pessoas acreditem que o "conservadorismo" impedirá seu domínio, quando na verdade, desaceleramos a sua vinda sempre quando temos uma nação cujo povo professe a verdadeira Fé que é Católica, quando a Realeza de Cristo é colocada nas nações, quando a Santa Igreja triunfa é que conseguimos barrar a sua vinda.

No entanto, como bem sabemos, a iniqüidade domina os nossos tempos, a loucura e a insanidade vigoram como coisas normais, a Fé foi substituída pela heresia Modernista, trazendo uma "Nova Religião" a Santa Igreja de nossos tempos possui um clero que se adequou às exigências do Mundo Moderno ao ter aderido e professado o Concílio Vaticano II que foi a Revolução Profana na Igreja.

Ora, sabemos que o Estado deve submeter-se à Igreja, no entanto, deve-se submeter à essa igreja sob o governo de Francisco e seus predecessores do Vaticano II? Que defende a liberdade religiosa, o indiferentismo religioso, o ecumenismo e as pautas globalistas?

Ademais. — São muitos os demagogos que dizem defender Cristo Rei, mas que não denunciam as aberrações promovidas pelo "espírito conciliar" que é a causa eficiente da crise de Fé que vivemos em nossos tempos. Com efeito, fica extremamente difícil barrar e enfraquecer as forças do Inferno dessa forma, onde dizem verdades quando lhes convém, não atacando as causas, mas atendo-se aos efeitos. É factual que as Portas do Inferno jamais prevalecerão, no entanto, Cristo nos pede para lutarmos por ele e pela sua Santa Esposa diante dos males que assolam o Mundo e a Igreja.

Além disso, boa parte desses católicos que dizem que aqueles que não querem votar  cometem um pecado, não tem a audácia de dizer uma simples afirmação de que se assim procede, deve-se dizer então que o Papa João Paulo II pecou seriamente ao ter beijado o Corão e ter se reunido com boa parte das falsas religiões e seitas sem ter um mínimo esforço de convertê-los ou que João XXIII pecou por não ter colocado a pauta anticomunista no Concílio Vaticano II ou que Paulo VI pecou por ter sido o responsável pela maior degradação litúrgica e de Fé de todos os tempos, assim como Francisco participou de cerimônias judaicas ativamente e também é digno de críticas sérias por declarar coisas escandalosas contra a Fé e ter um desastroso governo.

Ora, se o critério é acusar os outros de serem responsáveis de algo que eles não possuem controle e culpa, o mesmo deve ser aplicado então aos padres conciliares que defenderam e realizaram atos tenebrosos contra a Fé e Moral. Quer dizer que aquele que decide não votar é um pecador nato, no entanto, padres, bispos e até papas fazem atos sinistros e não podem ser acusados de pecado?

Ora, isso se torna a mais pura injustiça e também configura-se como um ato de covardia e hipocrisia, pois torna-se muito fácil acusar os outros dessa maneira. No entanto, ademais, se se o critério acima citado não for aceito, então se torna inválida o julgamento das consciências alheias, com efeito, não há porque condenar ninguém de seus atos sociais e políticos tendo em vista que não temos como penetrar o íntimo da consciência de uma pessoa.

Ademais. — As escolhas dos anciãos, digo, aqueles que são mais velhos que participaram da política no passado, nas gerações anteriores, geraram efeitos nefastos a qual todos nós hoje vivenciamos. O brasileiro plantou frutos podres, negligenciou os seus deveres, seguiu falsos profetas e se acovardou diante dos avanços do perverso modernismo em todas as esferas e hoje colhemos a iniqüidade em escalas alarmantes, os brasileiros optaram pela falsa paz e não há uma civilização, sociedade ou que for que conseguiu reerguer-se sem uma guerra justa, hoje já vivemos uma guerra civil e quem está perdendo somos nós que pagamos o preço pelos erros de uma maioria tola.

Ademais. — A Serpente é astuta, ela se esconde muito bem no jardim e por vezes parece inofensiva, mas sua mordida é mortífera e é isso que ocorre em nossos tempos, com o fato de que muitos acreditam estarem apoiando um suposto "mal menor" em verdade apoiam um mal maior, porque seduzidos pelas aparências mais bonitas, tomam aquela suposta beleza como reflexo da essência que ela carrega, mas não nos falta exemplo de que há coisas que externamente são bonitas, mas que na verdade por dentro, são realmente podres.

Ademais. — Não caíamos no demasiado pessimismo e na desesperança total ou tampouco no quietismo ou pietismo, assim como não façamos o extremo oposto que é a demasiada esperança no imanente e no otimismo exagerado, mas centrados na realidade concreta que podemos enxergar se fomos realmente sinceros consigo mesmos e partir disso, lutar para que o bem triunfe, buscando a santidade, lutando para que consigamos o Bem Comum e o Bem Supremo que é Deus.

Que Deus tenha piedade dessa nação que é castigada pela falta de fidelidade de seu povo a ele — e que as pessoas possam acordar e perceber que a política é reflexo da moral de seu povo — e que enquanto não começarmos a ordenar e restaurar as coisas em Cristo primeiramente em nós mesmos, em segundo, em nossos lares, até alcançarmos as grandes escalas. Com efeito, jamais teremos uma nação cuja instituição política seja boa, porque é impossível que o Brasil seja restaurado sem a Realeza de Cristo.

Glória a Deus! Ave Maria Santíssima! Salve Roma Eterna! Força e Honra! Sempre Fiel!

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