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Do mistério da vida: sofrer primeiro para ser feliz depois

Do mistério da vida: sofrer primeiro para ser feliz depois.
Por: Vinicius Martinez
“Devemos suportar tudo, porque o sofrimento é pequeno e a recompensa é grande.” Santa Catarina de Sena 
Um magnífico sinal da Graça de Deus em nossas vidas é quando uma pessoa que amamos ou que temos grande consideração por ela. 
Nos machuca em decorrência de uma atitude, seja uma escolha ou uma declaração que tenha ferido os nossos sentimentos, assim como também tenha contrariado a nossa vontade.
O ser humano naturalmente ao ser contrariado em sua vontade tende a se entristecer, pois, de fato dói ter a nossa vontade, os nossos desejos sido negados —, dói ser machucado por uma pessoa que tanto amamos. 
Geralmente a reação natural após sermos machucados por uma pessoa, é de tristeza, revolta e raiva. No entanto, por alguma operação de ordem sobrenatural. 
Ainda que entremos numa forte tristeza, ainda que choremos muito por causa da dor que sentimos, ainda assim em nosso coração persiste o Amor, o desejo do Sumo…

Sobre o Senhor dos Anéis e a loucura de algumas pessoas

Sobre o Senhor dos Anéis e a loucura de algumas pessoas.

Por: Vinicius Martinez

Depois que o Padre Paulo Ricardo fez um curso sobre as obras de Tolkien, há muitas pessoas empolgadas e que estão tratando aqueles livros como se fossem fontes de Fé e Moral e como se aquilo fosse algo que fizesse a conversão da vida de uma pessoa — o que é um erro grosseiro.

Eu particularmente sou grande fã desse grande escritor que considero o melhor do gênero. Tenho todos os livros e videogames relacionados a esse universo fictício criado por J.R.R Tolkien; me diverti muito jogando, assistindo os filmes a qual está o meu favorito que é o Retorno do Rei que considero uma obra prima cinematográfica, assim como também lendo os seus livros.

No entanto, o fato é que muitos devem entender que aquilo tudo é apenas um livro de fantasia e nada mais que isso, ou seja, ficar dando valor doutrinal e teológico num livro repleto de mitologias que são oriundas da mentalidade pagã nórdica, grega, egípcia, etc, é um tremendo exagero.

A mitologia das diversas culturas pagãs que foram se desenvolvendo ao longo da História podem conter partículas de verdade, mas são apenas fragmentos de uma realidade imanente e jamais transcendente, pois, não tiveram contato com a Revelação.

Isso significa que toda mitologia: trata-se de uma tentativa do Homem mediante a sua inteligência limitada sem a Revelação Divina e, portanto, sem a Graça, de compreender as verdades superiores que são de ordem transcendente.

Com isso, estes povos antigos criaram meios para entenderem as coisas: seja elas de maior ou menor grau de fantasia, e nesse caso, toda mitologia possui elementos panteístas e gnósticos.

Com efeito, o católico deve saber separar o joio do trigo, pois se ele não fazer isso, há de se infectar com concepções errôneas e até mesmo nocivas à fé, ao tentar realizar uma espécie de sincretismo da realidade com o que é fantasioso.

Saiba discernir as coisas, aquilo é apenas entretenimento e nada mais; os livros de Tolkien são excelentes: leia e se divirta, mas não ache que aquilo é algo sério, com efeito, é muito melhor você ler o Santo Catecismo que ficar lendo literatura fantástica o tempo todo e nutrir sua imaginação de coisas irreais.

A inteligência humana vive de verdades e não de fantasias, mas é verdade que as vezes precisamos de um pouco de entretenimento para não ficarmos tão fixados num mundo tão triste.

Com isso, é necessário ter bastante cuidado para não buscar o estado de alienação nas fantasias a ter que ouvir a verdade nua e crua da realidade.

Ademais.
Esse é o grande problema da dita cultura nerd de nossos tempos que é um verdadeiro motor de geração de alienação de mentes: seja homens ou mulheres que não querem viver o real, mas o irreal.

Nota Adicional: A Gnose Mitológica.

As mitologias são tentativas do Homem tentar entender as coisas inferiores e superiores. O Homem por si mesmo é incapaz de alcançar Deus, ele pode chegar racionalmente na conclusão de que há algo acima da realidade física, e esse algo é divino e esse divino é uno, portanto, percebe que o politeísmo é impossível. 

Mas, há um limite para o conhecimento humano e ao atingir esse limite a tendência é que o Homem movido por sua fome de curiosidade, com um pouco de suas loucuras até mesmo pelas incitação de ideias vindas dos demônios, cria para si os ídolos, afastando-se da verdade. 

Todas as falsas religiões de todos os tempos, foi o Homem quem tentou buscar a divindade, mas na verdadeira Religião é a Divindade que veio nos encontrar, que é o rosto de Deus, o Verbo Eterno, que é Nosso Senhor Jesus Cristo que restabelece a conexão do Homem com Deus que havia sido perdida com o Pecado Original que inclusive é o responsável por dividir Razão e Fé. 

Por exemplo, a Fé ficou com a descendência que viria a chegar em Abraão, e a Razão ficou com o povo que viria a ser os Jônios que viriam a ser os filósofos gregos e somente na Idade Medieval é que o Mestre Angélico, a saber, Santo Tomás de Aquino harmonizou a Fé e a Razão. 

Algumas mitologias são mais panteístas que gnósticas e outras mais gnósticas que panteístas, e há algumas que possuem o sistema duplo panteísmo-gnose. Além disso, há mitologias mais coesas e menos coesas, é o caso da Grega que é a mais superior entre as mitologias: pelo seu grau de precisão quando vemos que há elementos verdadeiros, ainda que recheados de frutos fantasiosos, mas que em relação às outras é superior por conter mais verdades. 

Mas, em suma, todas são mitologias e, portanto, religiões falsas que foram criadas por homens. Por isso é necessário que Deus nos dê as virtudes teologais a qual está a Fé para que o Homem se volte para sua finalidade última que é a contemplação da Verdade.

Glória a Deus! Ave Maria Santíssima! Salve Roma Eterna! Força e Honra! Sempre Fiel!

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