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Do mistério da vida: sofrer primeiro para ser feliz depois

Do mistério da vida: sofrer primeiro para ser feliz depois.
Por: Vinicius Martinez
“Devemos suportar tudo, porque o sofrimento é pequeno e a recompensa é grande.” Santa Catarina de Sena 
Um magnífico sinal da Graça de Deus em nossas vidas é quando uma pessoa que amamos ou que temos grande consideração por ela. 
Nos machuca em decorrência de uma atitude, seja uma escolha ou uma declaração que tenha ferido os nossos sentimentos, assim como também tenha contrariado a nossa vontade.
O ser humano naturalmente ao ser contrariado em sua vontade tende a se entristecer, pois, de fato dói ter a nossa vontade, os nossos desejos sido negados —, dói ser machucado por uma pessoa que tanto amamos. 
Geralmente a reação natural após sermos machucados por uma pessoa, é de tristeza, revolta e raiva. No entanto, por alguma operação de ordem sobrenatural. 
Ainda que entremos numa forte tristeza, ainda que choremos muito por causa da dor que sentimos, ainda assim em nosso coração persiste o Amor, o desejo do Sumo…

Sobre a Missa de Sempre, a missa nova e outros assuntos

Sobre a Missa de Sempre, a missa nova e outros assuntos.

Por: Vinicius Martinez

"Se o homem reconhecesse o mistério da Santa Missa, no qual Deus dá o seu Corpo e Sangue em sacrifício para os homens, morreria de amor." Santo Tomás de Aquino

Se se é correto chamar a Missa Tridentina de "Missa de Sempre".

Respondo: O termo "Missa de Sempre" tem sua origem e apropriação na Bula Quo Primum Tempore, onde o Papa São Pio V canonizou este Rito, a qual chamamos de Tridentino por fazer referência ao Santo Concílio de Trento que surgiu como resposta ao movimento maligno de rebelião Protestante. 

Continuando, afirma o Sumo Pontífice em sua Bula, no sexto artigo:  "A fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, decretamos e ordenamos que a Missa, no futuro E PARA SEMPRE, não seja cantada nem rezada de modo diferente do que esta, conforme o Missal publicado por Nós, em todas as Igrejas". 

Com efeito, é daqui que se tira o termo "de sempre", pois, São Pio V oficializou esse Rito como o Rito Comum da Igreja Latina que deveria ser seguida a partir daquele momento até o fim dos tempos. 

Pois, assim quis Deus que o inspirou a decretar isso. Além disso, o Papa São Pio V diz: "Se alguém, contudo, tiver a audácia de atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na indignação de Deus Todo-poderoso e de seus bem aventurados Apóstolos Pedro e Paulo". Com efeito, vê-se que ninguém tem direito de ofuscar a Santa Missa no Rito Tridentino. 

Ademais. — É também chamada de "Missa de Sempre" por um outro motivo, a saber, a Missa Tridentina conserva o real significado da Missa, que é sacrifício, é a renovação do sacrifício no Calvário de forma incruenta. 

Já as missas deturpadas em decorrência das falhas litúrgicas devido ao novo Missal do Papa Paulo VI (que sequer é seguido). Com efeito, a Missa cada vez mais perdeu seu real sentido, dando uma imagem de mera reunião de congregados — uma ceia qualquer. Com efeito, diz-se "de sempre" também por isso.

Ademais. — Não se trata de negar que há outros ritos, pois, existem ritos muito mais antigos. A questão é que se deve saber a origem do termo. A Missa Tridentina tem um corpus que foi se desenvolvendo desde os tempos do Papa São Gregório Magno e que ao longo dos séculos foi melhorando até atingir sua perfeição. 

Foi quando o Papa São Pio V, codificou definitivamente o Corpus da Missa e que ficou chamado por Rito Tridentino, por ter sido feito em tempos do Santo Concílio de Trento para mostrar qual era o Rito que de fato a Igreja seguia e que agradava a Deus.

Com efeito, é corretíssimo afirmar o termo "Missa de Sempre", pois, Deus é colocado como centro de tudo e tem por expressão definitiva de que aquilo que está sendo celebrado é de fato o Sacrifício incruento do Divino Redentor no Calvário que se perpetua na História. 

Ou seja, o Rito Tridentino é perfeitíssimo, pois, contém todos os elementos da Tradição Perpétua, com efeito, é um Rito perfeito e querido por Deus, que reflete a Fé Católica Apostólica Romana.

Dos Problemas da Missa Nova e efeitos do Vaticano II.

Conforme explica o Doutor da Moral, a saber, Santo Afonso Maria de Ligório: "A Santa Missa é um compêndio de toda a vida de Jesus Cristo". 

Ora, lamentavelmente eu já não vejo mais o compêndio da vida de Nosso Senhor, em uma Missa Nova. Mas consigo ver de maneira total em uma Missa Tridentina.

Assim como afirma o Santo Concílio de Trento: "Assim, este Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo, embora por sua morte se havia de oferecer uma só vez ao Eterno Pai no altar da cruz, para nele obrar a redenção eterna, contudo, já que pela morte não se devia extinguir o seu sacerdócio (Heb 7, 24. 27), na última ceia, na noite em que ia ser entregue, querendo deixar à Igreja, sua amada Esposa, como pede a natureza humana, um sacrifício visível [cân. l] que representasse o sacrifício cruento a realizar uma só vez na Cruz, e para que a sua memória durasse até a consumação dos séculos e a sua salutar virtude fosse aplicada para remissão dos nossos pecados quotidianos, declarando-se sacerdote perpétuo segundo a ordem de Melquisedec (Sl 109, 4), ofereceu a Deus Pai o seu corpo e sangue sob as espécies do pão e do vinho e, sob as mesmas espécies, entregou Corpo e Sangue aos Apóstolos que então constituiu sacerdotes do Novo Testamento para que o recebessem, mandando-lhes, e aos sucessores deles no sacerdócio, que fizessem a mesma oblação: Fazei isto em memória, de mim (Lc 22, 19; l Cor 11, 24), como a Igreja Católica sempre entendeu e ensinou".

O centro da Santa Missa é Deus, pois, se deve colocar Deus como centro de tudo e não o Homem, tudo que acontece antes, durante e depois da Missa é para a Glória de Deus, é voltado para o Santíssimo Sacramento da Eucaristia, onde está verdadeiramente presente Nosso Senhor, no qual o mesmo dá o seu Corpo e Sangue em sacrifício para os homens. Tudo é por ele e para ele.

A Missa Nova faz isso? Não! Pois, coloca o Padre e o Povo como centro das coisas, criando assim uma imagem Antropocêntrica, coloca músicas pobres no lugar do Sacro Canto Gregoriano e o barulho dos instrumentos modernos no lugar dos clássicos instrumentos que exprimem o sublime, a qual está o melhor que é a voz humana — assim como substitui o silêncio e o zelo pelo que é sacro — pelo que não é. 

Sem contar as estranhas palavras adotadas no vocabulário do Missal Novo, a saber, "Deus do Universo" que é estranho e remete ao Panteísmo; "Por todos", o que modifica as palavras originais ditas pelo Senhor que é: "Por Muitos" ou o famoso "Ele está no meio de nós" o que remete a presença de Cristo no povo e não na Hóstia Consagrada, o que é deveras herético.

Ademais, a tradução correta é "Ele está entre nós" inclusive já foi corrigida a pedido do Papa Bento XVI, mas os Bispos do Brasil ignoraram — até hoje. 

Também é notável a redução enorme das orações dirigidas à Santíssima Mãe de Deus, à conversão dos pecadores e também das preces dirigidas às almas que estão sendo purgadas, e também a redução das genuflexões e simbolismos, feitos pelo Sacerdote e pelo povo, assim como o trágico abandono dos paramentos litúrgicos que são muito importantes. 

Infelizmente a Missa Nova, por vezes mais transmite uma imagem de simples reunião ou ceia aos que estão lá, que de fato um Sacrifício. O que é deveras herético.

A Missa Tridentina tem tudo isso. Logo, ela é a Missa de Sempre! Primeiro porque este Rito realmente contém a essência de uma Missa que é o Sacrifício incruento do Divino Redentor no Calvário que se perpetua na História. Segundo, devido ao que foi decretado na Bula do Papa São Pio V.

Ademais. — Se compararmos a riqueza e a beleza litúrgica de uma Missa Tridentina com a Missa Nova, a diferença é abismal. O que é um detalhe de extrema importância, pois, como já nos ensina o Mestre Angélico, a saber, Santo Tomás de Aquino: "A beleza é o reflexo da verdade". 

Ora, como pode o pobre e o vazio ser reflexo de Deus? De fato, é a Missa Tridentina a expressão fidedigna de nossa riquíssima Fé perpétua de dois mil anos.

Ademais. — O empobrecimento da Liturgia e com o advento do relativismo da Missa Nova, onde cada Padre faz uma missa conforme a sua imagem e semelhança, teve por efeito o desfalecimento da Fé do povo, que não sabendo distinguir as coisas, passou a migrar para as seitas — achando que a Missa é igual a uma ceia qualquer feita por alguma seita "tradicional". 

Com o tempo, não vendo também sentido nas ditas seitas tradicionais, a saber, luterana, calvinista e até mesmo anglicana, passaram a buscar novas experiências em seitas que já não possuem quase que nenhum elemento da Fé. 

É o caso das seitas pentecostais e neopentecostais e derivadas. Uma coisa leva à outra, a fraqueza Espiritual e Doutrinal — levam às pessoas para a apostasia.

Não é coincidência, que após a promulgação e adoção do novo Missal de Paulo VI pela maioria esmagadora dos clérigos da Igreja, estejamos vivendo numa das maiores crises litúrgicas e de Fé de todos os tempos.

Ademais. — Derrube a Santa Missa, tire o seu valor, seu significado, seu objetivo, sua importância, sua beleza — e terás um povo sem Fé! 

Ora, não foi o que acontece nestes últimos tempos? Com certeza foi o que aconteceu. Os clérigos deixaram de ensinar a Sã Doutrina e a fazer as coisas de qualquer jeito, com efeito, o povo se perdeu, conforme o Profeta Oséias dizia. 

Lamentavelmente, com essa derrocada do Centro da vida de um Católico Apostólico Romano, o Espírito das pessoas ficou demasiadamente enfraquecido, o que fez com que elas adotassem uma forma de viver incompatível com a Fé e Moral Católica. 

Promoveu também o abandono massivo dos seminários e vocações religiosas, o abandono sistemático da vivência real da Fé Católica em todos os aspectos da vida, seja privadamente ou publicamente.

Um Clero que se secularizou, a ponto de não conseguirmos identificar se um padre é verdadeiramente um Padre, pois, os mesmos não se identificam, pois, abandonaram seus hábitos. Em verdade, até os Hereges protestantes possuem mais zelo que muitos clérigos católicos — que lamentável! 

Pois, é o que acontece quando as pessoas já não acreditam no que fazem.

Ademais. — Quando um rei é recebido, são prestadas grandes honrarias pelos homens que fazem uma celebração da forma mais zelosa possível, pois, trata-se de um rei. Ora, com efeito, tanto mais deve ser o zelo que se presta ao Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, o Altíssimo Jesus Cristo.

Ademais. — É deveras sabido que no time de elaboração da Missa Nova, havia seis ministros protestantes. Com efeito, as seitas protestantes desse período elogiaram os esforços "ecumênicos" do magistério, que fazia de tudo para buscar uma dita "unidade". 

Também a Maçonaria lançou seus elogios nas iniciativas ocorridas neste período. Ora, se os inimigos da Santa Igreja Católica Apostólica Romana, elogiaram o Concílio e o fruto dele que é o novo Missal — significa que há algo muito estranho.

A Hidra Modernista tem muitas cabeças e ela se manifestou com força máxima depois do Concílio Vaticano II, pois, agora passou a ter liberdade para agir e consequentemente infectar as pessoas. 

Há muitos clérigos servindo ao Grande Bode. Quem não consegue ver a Gnose — e os princípios da Maçonaria que foram colocadas em atuação na Revolução Francesa e que fizeram parte do dito "Espírito do Concílio" é realmente cego. 

Ora, é só ver que os princípios da: "Igualdade, Liberdade e Fraternidade" Foram aplicadas com sucesso.

Foi esperada uma Primavera para a Igreja, mas na verdade, a Igreja agora passa por um longo Inverno, onde boa parte das plantas já fora derrubada.

Finalizo — A Missa é Sacrifício e não uma mera reunião, ou tampouco um show como se faz hoje em dia. É lamentável! Isso desagrada o Nosso Senhor! Aí se soubessem o que é a Santa Missa! 

Não há nada na Terra que seja mais importante que a Santa Missa. É nela que se encontra o ápice da vida do Católico que é o Santíssimo Sacramento da Eucaristia —, e nele está presente Nosso Senhor em: Corpo, Alma, Sangue e Divindade. Tal sublime Sacramento é perfeitamente realizado na Missa de Sempre.

Se se a Missa do Papa Paulo VI é válida.

Com certeza a Missa Nova é válida, desde que devidamente celebrada, no entanto, não convém a um Católico participar da Missa Nova, se acaso ele tiver a possibilidade de ir à Santa Missa Tridentina. Pois, ali estará fazendo parte de um culto verdadeiramente agradável ao Senhor. 

Pois, embora ocorra a Transubstanciação numa Missa Nova devidamente celebrada, a saber, que contenha a matéria, a forma, a intenção e o sacerdote validamente ordenado, não se pode dizer o contrário.  

No entanto, é verdade que também nela ocorre muitas profanações que ferem o Sacratíssimo Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, a saber, partículas da Sagrada Hóstia derrubadas no chão e sendo pisoteadas — em decorrência da sacrílega comunhão na mão.

A comunhão sendo dada por leigos, o que é um absurdo, pois, só quem pode tocar na Hóstia é o Sacerdote; um altar que é mais uma mesa que um altar propriamente dito, as mulheres servindo no altar e que agora participam da Missa sem o véu. 

O tratamento da Missa como se fosse uma ceia qualquer ou reunião — o que é terrível; as músicas e expressões profanadas, e a substituição do Sagrado Latim — pelas línguas vernáculas. 

Ou seja, uma salada de heresias e profanações. Com efeito, só deve participar da Missa Nova, se e somente se, não tiver a possibilidade de ir à Missa de Sempre.

Além disso, há quem possa dizer e há de dizer com certeza: que sou um "Rad-Trad" ou um "Sedevacantista", etc. 

Ora, digo que minha posição não é baseada em meros achismos de aventureiros de Internet, que tudo que fazem é papagaiar e fazer memes zoando protestantes e ateus, mas que não conseguem ver os problemas que mais interessam — que são os de natureza interna, ou seja, que estão na Igreja. Sou um Homem sério e o assunto que trato é coisa para Homens e não para meninos. 

Tudo que digo é análise sistemática da Tradição, do Magistério Infalível, assim como também estou alicerçado em grandes Mestres e Doutores, a saber, Santo Tomás de Aquino, Santo Afonso Maria de Ligório, Santo Agostinho, Papa São Leão Magno e o Papa São Pio X, etc.

Também me baseio nas posições de Dom Marcel Lefebrve, Professor Orlando Fedeli, Professor Carlos Nougué, Padre Álvaro Calderón e do falecido Cardeal Ottaviani. 

Assim como também obtive os pareceres extremamente relevantes do Papa Bento XVI — que embora seja sim favorável à nova liturgia e eu discorde de muitas de suas posições e pensamentos teológicos, ainda o considero um Doutor, a qual chamo de "Sensato". 

O mesmo reconhece com sensatez os deslizes que foram causados pela dita Reforma Litúrgica, e vendo essa realidade, promoveu a dita "Reforma da Reforma". 

O Papa Bento XVI foi sensato, ele fez o que pode, dentro de seus limites, para restaurar a Liturgia; com suas atitudes, mostrou a importância do tratamento zeloso da Missa, enfatizando o seu real significado e da importância dos paramentos litúrgicos. 

Ele conseguiu grandes méritos nesse quesito e felizmente também contribuiu para o avanço da Missa de Sempre com seu Motu Próprio Summorum Pontificum. 

Hoje temos em vários lugares do mundo, ressurgindo a celebração da Santa Missa de Sempre, que é celebrada por Padres independentes ou por padres ligados à FSSPX, IBP, etc.

Assim como levantou a iníqua excomunhão dos Bispos da FSSPX. No entanto, ainda que o Papa tenha feito grandes avanços, infelizmente a maioria esmagadora dos padres e bispos do mundo não o seguiu.

Assim como também obtive os pareceres de Dom Athanasius Schneider e até mesmo do Cardeal Sarah que partilha de uma posição semelhante a do Papa Bento XVI.

Logo, eu tendo noção ainda que extremamente débil da Infinita Majestade de Meu Senhor, não ouso querer ser uma pessoa que faz parte de algo que o fere —, que machuca o Sacratíssimo Coração de Jesus Cristo. 

Estou firmemente com a Igreja, não há espaço algum para a maldita gnose Sedevacante em mim. 

Mas também estou contra essa linha pseudo tradicional que mescla uma estranha tradição criada nos últimos 60 anos — com elementos da Tradição verdadeira. 

Inclusive muitos adeptos da "nova tradição" que possui várias ramificações, até gostam da Missa Tridentina, pois, ela é muito bonita. 

Ora, eu a defendo não por uma questão estética, mas porque ela é substancialmente o que deve ser. 

Eles também lamentavelmente jogam as sujeiras para debaixo do tapete — preferem cegar a si mesmos que enxergarem os problemas. 

Pois, não são fortes e corajosos suficientemente para tomarem partido, por acharem que se assim procederem, serão rebeldes como o maldito herege Lutero fora. 

São pessoas que não entendem o que é a verdadeira obediência e fidelidade e amor à Santa Igreja.

Ora, eu sou obediente a Deus, a Santíssima e a Santa Igreja e por isso faço o que faço. Se eu obedecer algo ou alguém que fere o meu Senhor, isso me torna iníquo e jamais um bom católico, com efeito, também me tornaria um covarde que obedece aos erros dos Homens, ao invés de obedecer ao meu Senhor. 

Ademais. — A obediência cega e servil não é virtude. Conforme o Mestre Angélico ensina: "Não se deve obedecer a um superior contrariando um preceito divino". 

Com efeito, a verdadeira obediência deve ser orientada visando um objeto bom e não para um mal, se assim procede, torna-se um erro grave. Com efeito, não se deve obedecer algo que te leve ao erro. 

Além do mais, eu tenho Inteligência, eu tenho olhos, eu penso e enxergo, pois, Deus me deu isso, e não há como negar tantos erros que foram causados em decorrência do Pastoral Concílio Vaticano II e pela promulgação do Novo Missal do Papa Paulo VI. 

Que pode ter tido as melhores das intenções, mas, as boas intenções não isentam uma pessoa dos erros e suas consequências. Ademais, conforme está escrito: "pelos seus frutos os conhecereis". Ora, estamos em 2018 e os frutos dessa "Reforma" são nefastos.

Somente um cego ou um covarde ou um canalha não consegue ver tais coisas. A maldita Heresia Modernista condenada pelo Papa São Pio X, infectou boa parte do clero e do laicato. Sua manifestação foi menos intensa naqueles tempos, pois, ainda o Magistério possuía uma imunidade forte. 

Mas, com o Concílio Vaticano II, o Magistério ficou bem enfraquecido e então a doença que estava incubada, pode então se manifestar, e se alastrou pelas mentes dos membros. 

Hoje essa doença está mais evoluída e consequentemente ainda mais danosa que a antiga, hoje ela pode ser chamada de "Neomodernismo".

O Doutor da Graça, a saber, Santo Agostinho, dizia o seguinte: "Era realmente necessário que houvesse heresias, a fim de que os firmes na fé se distinguissem dos fracos". Ora, os tempos em que vivemos, são tempos de Castigo e Provação e Satanás e suas legiões, trabalham sem cessar para levar o máximo de Almas ao Inferno. 

Não existe época sem batalhas para um Católico, somos chamados ao combate em todas as eras — até o final dos tempos.

Além do mais, digo que não cabe a nós leigos tentarmos resolver estes problemas, não é nosso ofício — e sim do Clero. No entanto, cabe a nós leigos reconhecer os erros e evitá-los. 

Pois, como já afirmava o Mestre Angélico: "Na defesa da Fé, um leigo tem como que a mesma autoridade de um Papa". Ora, eu faço justamente isso — defendo a Fé. 

Não será o Vinicius Martinez ou outro leigo que irá resolver tantos erros, e sim o Alto Clero a qual devemos rezar para que Deus e a Santíssima possam inspirar estes homens a trabalharem para Restaurar todas as coisas em Cristo. 

Estou convicto de que o que digo aqui está completamente alinhado ao que Deus e a Santa Igreja ensina infalivelmente durante todos estes séculos. 

Eu amo a Verdade, e a Verdade é o próprio Deus que se fez Carne e habitou entre nós. Estou junto com a Santíssima Trindade, com a Santíssima Rainha dos Céus, a qual me dou por inteiro; estou com a minha tão amada Roma Eterna dos Santos e dos Mártires. 

E se acaso eu estiver errado, faço das palavras do Mestre Angélico como se fossem as minhas: "Espero nunca ter ensinado nenhuma verdade que não tenha aprendido de Vós. Se, por ignorância, fiz o contrário, revogo tudo e submeto todos meus escritos ao julgamento da Santa Igreja Romana".

Por fim: Que sejamos fieis ao Senhor, assim como foi a Santíssima e ao bem aventurado Apóstolo São João e a Santa Maria Madalena, que se mantiveram firmes no Calvário diante de Nosso Senhor Crucificado e junto a ele, partilharam de sua dor. Lutemos bravamente dando nossas vidas ao Sumo Bem que é Deus mesmo. 

Rezemos e jejuemos pela santificação do Clero, do Papa, dos Cardeais, dos Bispos, dos Padres, dos Diáconos, dos Religiosos e Leigos do mundo inteiro. Assim como também rezemos para que os hereges e cismáticos voltem à Santa Igreja. Rezemos pelos pecadores, para que se convertam, enquanto há tempo. 

Assim como trabalhemos e peçamos a Graça para que sejamos efetivamente santificados, e peçamos a piedade de Nosso Senhor, por sermos tão cruéis com o seu Sacratíssimo Coração. 

Que a Santíssima Mãe de Deus nos ampare e nos ajude nesses tempos sombrios, e tenhamos o apoio dos bem aventurados Apóstolos Pedro e Paulo e todos os santos que não cessam de interceder por nós. 

Toda Honra e Toda Glória ao Nosso Senhor e a Nossa Senhora!

Glória a Deus! Ave Maria Santíssima! Salve Roma Eterna! Força e Honra! Sempre Fiel! Pela Santa Missa de Sempre! Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

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