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Da formação e desenvolvimento do Homem, a crise da virilidade de nossos tempos e outros assuntos

Da formação e desenvolvimento do Homem, a crise da virilidade de nossos tempos e outros assuntos. Por: Vinicius Martinez
Introdução.

Se podemos dizer que há um período na História Humana onde o Homem deixou de entender a si mesmo, esse período é o nosso. Vivemos num mundo desenvolvido tecnologicamente, mas precariamente os homens que participam desses tempos, não acompanharam o avanço das técnicas que por eles mesmos foram desenvolvidas.

É fato que vivemos numa sociedade apóstata que abandonou a Verdade e que se rendeu ao Liberalismo em todos os seus aspectos, o que por sua vez deu forças ao modernismo na religiosidade, assim como pavimentou a civilização ocidental para experimentar as tenebrosas revoluções sangrentas do século XX.

Por sua vez, nessa breve introdução, cito que o triunfo da tão má compreendida ideologia feminista, que embora muitos falem dela, não sabem que a mesma não é só uma simples demência do que chamamos de "Mundo Moderno".

Parafraseando a afirmação do Dou…

A farsa do termo "Judaico-Cristão"

A farsa do termo "Judaico-Cristão"

Por: Daniel de Boni

Com muita frequência o termo "judaico-cristão" é vendido como sendo representante do sistema de crenças dos fundadores da América, porém, veio a ser propagado midiaticamente apenas em meados do séc. XIX. Apareceu nas edições de 1899 e 1910 do dicionário de Oxford. Não curiosamente, nesse período começa a disseminação da ideologia sionista pelo Ocidente, especialmente através daqueles que são designados como “cristãos sionistas”, ou seja, protestantes neopentecostais que utilizam a ‘sola scriptura’ bíblica para mesclar judaísmo e cristianismo. 

O termo foi ganhando popularidade, especialmente nas décadas de 1920 e 1930, sendo promovido por políticos liberais, e desembocou na ‘Conferência Nacional de Cristãos e Judeus’, quando afastaram a retórica – até então vigente – de que os EUA era um país essencialmente cristão, para expressar uma ideia mais abrangente, que pudesse atrelá-lo aos interesses sionistas. 

Em 1939 o termo reapareceu na revista ‘New English Weekly’. Nos anos 1940 o termo ganha sua implicação atual, a de um sistema comum de valores e moral compartilhado, sendo reforçado com a fundação do Estado de Israel em 1948. O presidente Eisenhower tornou o conceito um termo comum quando ele conectou-o com os “Pais Fundadores” em um discurso de 1952, no qual afirmou: 

“'Todos os homens são dotados pelo seu Criador'. Em outras palavras, nossa forma de governo não tem sentido a menos que ele seja fundamentado em uma fé religiosa profunda, e não me importo qual seja ela. Entre nós, é claro, é o conceito judaico-cristão, mas pode ser uma religião onde todos os homens sejam criados iguais”.

Os “cristãos sionistas” utilizam exaustivamente o termo “judaico-cristão”, especialmente os adeptos da ideologia neoconservadora, ligada ao partido republicano e ao Tea Party e demais “think thanks” norte-americanos. Atualmente, Mike Pence, vice de Trump, se impõe como um cristão sionista de marca maior. O objetivo essencial desses agentes é fazer com que os EUA apoiem incondicionalmente os interesses do estado de Israel e lutem por eles, ainda que os sionistas violem constantemente tanto os acordos internacionais firmados como a dignidade de outros povos.

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