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Do mistério da vida: sofrer primeiro para ser feliz depois

Do mistério da vida: sofrer primeiro para ser feliz depois.
Por: Vinicius Martinez
“Devemos suportar tudo, porque o sofrimento é pequeno e a recompensa é grande.” Santa Catarina de Sena 
Um magnífico sinal da Graça de Deus em nossas vidas é quando uma pessoa que amamos ou que temos grande consideração por ela. 
Nos machuca em decorrência de uma atitude, seja uma escolha ou uma declaração que tenha ferido os nossos sentimentos, assim como também tenha contrariado a nossa vontade.
O ser humano naturalmente ao ser contrariado em sua vontade tende a se entristecer, pois, de fato dói ter a nossa vontade, os nossos desejos sido negados —, dói ser machucado por uma pessoa que tanto amamos. 
Geralmente a reação natural após sermos machucados por uma pessoa, é de tristeza, revolta e raiva. No entanto, por alguma operação de ordem sobrenatural. 
Ainda que entremos numa forte tristeza, ainda que choremos muito por causa da dor que sentimos, ainda assim em nosso coração persiste o Amor, o desejo do Sumo…

A covardia e a pseudo-prudência quando se trata de falar do Concílio Vaticano II

A covardia e a pseudo-prudência quando se trata de falar do Concílio Vaticano II.

Por: Vinicius Martinez

"Não penses que as heresias são fruto de mentes obtusas. É necessária uma mente brilhante para conceber e gerar uma heresia. Quanto maior o brilho da mente, maiores as suas aberrações." Santo Agostinho

É impossível querer combater os erros e as heresias de nossos tempos, sem atacar a o que mais as deu força, sem combater abertamente os erros do Concílio Vaticano II.

Contra fatos não há argumentos, o evidente é evidente, e o que a evidência mostra é que o Pastoral e Falível Concílio Vaticano II promoveu uma catástrofe nunca experimentada antes pelo povo de Deus.

É errado tomar uma postura sedevacantista e dizer que a Igreja simplesmente acabou por causa do Vaticano II.

A Igreja ainda continua de pé, embora com tantos problemas, a Barca de Pedro ainda se mantém em meio a tempestade, pois nos foi prometida a indestrutibilidade da mesma pelo próprio Senhor.

O Concílio Vaticano II promoveu erros sim e quem os nega são covardes, cegos ou pessoas más.

Somente uma pessoa insana consegue negar o que é visível, incontestável que é a perda da Fé do povo Católico, da apostasia e do abandono da verdadeira Religião para uma pseudo-religião criada a partir das perspectivas errôneas que foram colocadas pelo dito "Espírito do Concílio" que é podre e por isso empobreceu tantas almas ao longo dessas décadas.

Quem vai negar o abandono da Sagrada e perpétua Liturgia da Santa Igreja Católica Apostólica Romana?

Quem vai negar a perda da identidade Apostólica Romana do povo? Quem vai negar as heresias do clero e do povo? Quem vai negar a secularização do clero?

Quem vai negar tantos ensinamentos errôneos que vão de contramão com o que nos foi ensinado por Deus, pelos Apóstolos e por todo o Magistério anterior?

Como é possível que haja tanta cegueira diante de coisas tão explícitas e evidentes?

Já dizia o Senhor: "Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis." Mateus 7:16-20

Ora, quais foram os frutos do Concílio Vaticano II? Foram bons ou ruins? Qual é o resultado da colheita após mais de 50 anos de sua existência?

O Concílio Vaticano II foi permitido por Deus para provar os Católicos, para que os falsos aparecessem e os verdadeiros persistissem, pois, como já dizia o Doutor da Graça, a saber, Santo Agostinho: “Era realmente necessário que houvesse heresias, a fim de que os firmes na fé se distinguissem dos fracos”.

É incrível que hoje haja dois lados extremos: um que só vê a Igreja a partir do Concílio, ignorando toda a Tradição e Magistério anterior ao Falível Concílio e tomando-o como Super-Dogma.

Dando maior importância a ele que a qualquer outro Concílio, e tendo por base apenas os Papas pós-conciliares, e outro que só vê a Igreja anterior ao Concílio, que não vê continuidade histórica da mesma.

Ambos erram, a Igreja continua viva, por mais que possua um clero que tenha se corrompido pelo Modernismo.

Por que digo tantas vezes que este concílio foi "Falível e Pastoral"? Pois, de fato ele foi, quem o promulgou assim disse, mas a ironia está no fato de que um concílio que fora dessa ordem, é tratado como algo supremo por praticamente todos em nossos tempos.

Além do mais, Deus não inspiraria um concílio com tantos erros, um concílio com tantas brechas para o mal entrar e afastar as pessoas do bem, mas os homens sim e por isso nunca que esse concílio poderia ser Infalível e Dogmático.

Mas há uma missão que nos foi dada indiretamente para que façamos, em decorrência do Concílio, que é o de persistirmos com Cristo no Calvário, junto com a Santíssima e com o seu amado Apóstolo. Juntos sofrendo, mas na Esperança de que tudo há de ser vencido pelas forças do bem no futuro que há de vir.

O Concílio aconteceu e cabe a nós resistirmos contra os seus erros, a Igreja continua Igreja e não nos foi roubada a verdadeira Fé, cabe a nós continuarmos fieis a Deus, à Santíssima e a Roma Eterna.

Deus tenha piedade de todos nós! Estamos em tempos sombrios, mas há muitos que não perceberam ainda, pois, acreditaram no conto da primavera da Igreja que nunca aconteceu até agora, pois, algo fez com que as plantas não viessem a florescer.

Glória a Deus! Ave Maria Santíssima! Salve Roma Eterna!

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